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FDA Aprova Primeiro Teste Sanguíneo para Alzheimer em Adultos com Mais de 40 Anos com Sintomas Cognitivos

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A hepatite B é uma infeção viral que afeta o fígado e pode causar doença aguda e crónica. O vírus é transmitido através do contacto com sangue ou fluidos corporais infetados, incluindo através de contacto sexual desprotegido, partilha de agulhas ou de mãe para filho durante o parto. Muitas pessoas com hepatite B podem não apresentar sintomas inicialmente, tornando os testes laboratoriais essenciais para o diagnóstico e monitorização.

Os testes laboratoriais para a hepatite B incluem vários marcadores diferentes que ajudam a determinar se uma pessoa tem uma infeção ativa, recuperou de uma infeção anterior ou tem imunidade através da vacinação. O teste do antigénio de superfície da hepatite B (HBsAg) é normalmente o primeiro teste de rastreio realizado, uma vez que a sua presença indica uma infeção ativa por hepatite B. Os testes adicionais incluem anticorpos contra o antigénio de superfície (anti-HBs), que indicam imunidade resultante da vacinação ou da recuperação da infeção, e anticorpos contra o antigénio do núcleo (anti-HBc), que aparecem durante a infeção e geralmente permanecem detetáveis durante toda a vida.

Para pessoas diagnosticadas com hepatite B, testes laboratoriais adicionais ajudam a monitorizar a infeção e avaliar a saúde do fígado. Estes incluem testes de ADN viral da hepatite B que medem a quantidade de vírus no sangue, testes de enzimas hepáticas como ALT e AST que indicam inflamação do fígado, e testes para o antigénio e da hepatite B (HBeAg) e o seu anticorpo (anti-HBe) que ajudam a determinar quão ativo está o vírus e a probabilidade de transmissão. A monitorização regular através destes testes ajuda os profissionais de saúde a determinar se o tratamento é necessário e como o fígado está a funcionar.

O rastreio da hepatite B é recomendado para certos grupos de alto risco, incluindo pessoas nascidas em áreas onde a hepatite B é comum, indivíduos com infeção por VIH, pessoas que injetam drogas, homens que fazem sexo com homens, contactos domésticos e sexuais de pessoas com hepatite B e mulheres grávidas. A deteção precoce através de testes laboratoriais permite uma gestão médica adequada e ajuda a prevenir a transmissão a outras pessoas. A vacinação está disponível e é altamente eficaz na prevenção da infeção por hepatite B, e os testes pós-vacinação podem confirmar que os anticorpos protetores se desenvolveram.